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Arquivo mensal: novembro 2011

Atitudes

Paul era um bom homem  de família, mas, um tanto áspero,  não era muito amável nem com seus filhos, e as vezes, até com os seus amigos que o amavam muito, porque apesar de ser bem rústico era uma pessoa prestativa, um bom homem.

Sempre quando ele encontrava uma pessoa estranha, ou, esbarrava numa pessoa que não era seu conhecido, dizia: desculpe, ou, perdão..etc… com seus amigos e família já era diferente, se alguém lhe esbarrava…dizia: está cego? não olha por onde anda? ou coisas assim…

Um dia, seu filho estava brincando com um dos seus melhores amigos, o Toni, e que também era amigo de seu filho, na calçada da rua de sua casa, era um lugar movimentado, as vezes, até um pouco perigoso, pelo menos foi isso que ele imaginou, Paul não gostou, e já foi logo xingando – saiam daí já seus…****….não vêem que é muito perigoso ficar aí?

Seu amigo retrucou: desculpa Paul, não estávamos brincando, só encontrei seu filho aqui, e estava trocando uns papos com ele. Paul, já meio nervoso, era bem esquentado, não quis nem saber e disse: mentiroso…tomara que morra por falar mentiras…

Toni bem triste, saiu de cabeça abaixo pra sua casa e o filho do Paul foi atrás dele pedir desculpas por seu pai, ao atravessarem a rua, ambos não prestaram atenção no carro que vinha correndo, foram atropelados e vieram a falecer.

Paul, hoje vive triste, tentando se recuperar, tanto da perda de seu filho, como também a de seu amigo, como se recuperar a si próprio, das atitudes que tomou. Uma lição certamente ele aprendeu…cuidado com o mal que desejamos, mesmo aqueles que julgamos inocentes e cuide bem das pessoas que nos ama…amar é um presente de Deus para nós, e de nós para Deus.

(JBS)

 
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Publicado por em 28/11/2011 em Mensagens

 

Milagre e gratidão

No mês de agosto de 2001, Moshê (nome fictício), um bem sucedido empresário judeu, viajou para Israel a negócios.
Na quinta feira, dia nove, entre uma reunião e outra, o empresário aproveitou para ir fazer um lanche rápido em uma pizzaria na esquina das ruas Yafo e Mêlech George no centro de Jerusalém.
O estabelecimento estava superlotado. Logo ao entrar na pizzaria, Moshê percebeu que teria que esperar muito tempo numa enorme fila, se realmente desejasse comer alguma coisa – mas ele não dispunha de tanto tempo.
Indeciso e impaciente, pôs-se a ziguezaguear por perto do balcão de pedidos, esperando que alguma solução caísse do céu. Percebendo a angústia do estrangeiro, um israelense perguntou-lhe se ele aceitaria entrar na fila na sua frente.
Mais do que agradecido, Moshê aceitou. Fez seu pedido, comeu rapidamente e saiu em direção à sua próxima reunião. Menos de dois minutos após ter saído, ele ouviu um estrondo impressionante.Assustado, perguntou a um rapaz que vinha pelo mesmo caminho que ele acabara de percorrer o que acontecera. O jovem disse que um homem-bomba acabara de detonar uma bomba na pizzaria Sbarro`s…

Moshê ficou branco. Por apenas dois minutos ele escapara do atentado. Imediatamente lembrou do homem israelense que lhe oferecera o lugar na fila. Certamente ele ainda estava na pizzaria. Aquele sujeito salvara a sua vida e agora poderia estar morto.

Atemorizado, correu para o local do atentado para verificar se aquele homem necessitava de ajuda. Mas encontrou uma situação caótica no local.
A Jihad Islâmica enchera a bomba do suicida com milhares de pregos para aumentar seu poder destrutivo. Além do terrorista, de vinte e três anos, outras dezoito pessoas morreram, sendo seis crianças. Cerca de outras noventa pessoas ficaram feridas, algumas em condições críticas.
As cadeiras do restaurante estavam espalhadas pela calçada. Pessoas gritavam e acotovelavam-se na rua, algumas em pânico, outras tentando ajudar de alguma forma.
Entre feridos e mortos estendidos pelo chão, vítimas ensangüentadas eram socorridas por policiais e voluntários. Uma mulher com um bebê coberto de sangue implorava por ajuda. Um dispositivo adicional já estava sendo desmontado pelo exército.
Moshê procurou seu ‘salvador’ entre as sirenes sem fim, mas não conseguiu encontrá-lo. Ele decidiu que tentaria de todas as formas, saber o que acontecera com o israelense que lhe salvara a vida. Afinal, Moshê estava vivo por causa dele.
Precisava saber o que acontecera, se ele precisava de alguma ajuda e, acima de tudo, agradecer-lhe por sua vida. O senso de gratidão fez com que esquecesse da importante reunião que o aguardava.
Ele começou a percorrer os hospitais da região, para onde tinham sido levados os feridos no atentado.
Finalmente encontrou o israelense, num leito de um dos hospitais. Ele estava ferido, mas não corria risco de morte.
Moshê então, conversou com o filho daquele homem, que já estava acompanhando seu pai, e contou tudo o que acontecera. Disse que faria tudo que fosse preciso por ele. Que estava extremamente grato, àquele homem e que lhe devia sua vida. Depois de alguns momentos, Moshê se despediu do rapaz e deixou seu cartão com ele. Caso seu pai necessitasse de qualquer tipo de ajuda, o jovem não deveria hesitar em comunicá-lo.
Quase um mês depois, Moshê recebeu um telefonema em seu escritório em Nova Iorque daquele rapaz, contando que seu pai precisava de uma operação de emergência. Segundo especialistas, o melhor hospital para fazer aquela delicada cirurgia fica em Boston, Massachussets.
Moshê não hesitou. Arrumou tudo para que a cirurgia fosse realizada dentro de poucos dias.
Além disso, fez questão de ir pessoalmente receber e acompanhar seu amigo em Boston , que fica a uma hora de avião de Nova Iorque.
Talvez outra pessoa não tivesse feito tantos esforços apenas pelo senso de gratidão. Outra pessoa poderia ter dito ‘Afinal, ele não teve intenção de salvar a minha vida: apenas me ofereceu um lugar na fila ‘.
Mas não Moshê. Ele se sentia profundamente grato, mesmo um mês após o atentado. E ele sabia como retribuir um favor.
Naquela manhã de terça-feira, Moshê foi pessoalmente acompanhar seu amigo – e deixou de ir trabalhar. Sendo assim, pouco antes das nove horas da manhã, naquele dia onze de setembro de 2001. Moshê não estava no seu escritório no 101º andar do World Trade Center.

(Esse foi um fato real e é constantemente relatado em suas palestras, pelo Rabino Issocher Frand)

 
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Publicado por em 22/11/2011 em Mensagens