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A herança

Era uma vez um homem muito rico, dono de uma imensa fortuna, colecionador de quadros famosos, de carros e tudo mais que fosse de valor.

Tinha uma esposa a qual muito amava e o sonho de ambos era ter um filho, porém, ela não conseguia engravidar. Como tinha muito dinheiro, procurou os mais renomados médicos na área até que um dia ela finalmente conseguiu engravidar, porém, uma gravidez de risco.

Enfim chegou, após 9 meses, nasce o filho tão esperado, porém sua esposa são suportou e veio a falecer. Aquele homem ficou muito triste, mas, seu amado filho o confortou e ele novamente pode ser feliz, ele crescia e eles brincavam, se divertiam juntos, era filho e melhor amigo. Passaram se os anos, tudo ia bem, mas, novamente um peso veio sobre sua vida, seu filho começou a adoecer e uma nova jornada ele teve que caminhar. Não encontrava a cura para um mal desconhecido que acometia seu filho. Um dia passeando com ele, abatido, encontrou no caminho um pintor, então pediu que pintasse o rosto de seu filho.

Passa se algum tempo e seu filho faleceu. A angustia tomou conta do seu coração, sua fortuna já não lhe valia mais nada, ficou recluso e vindo também a falecer.

Como era muito rico, em vida deixou um testamento, que todos os seu bens deveriam ser leiloados. Assim foi feito. Chegou o dia do grande leilão, estavam presentes grandes empresários, pessoas mais ricas, pois todos interessavam pelo seus carros de luxo, seus quadros famosos, suas joias…porém para o leilão ele havia fixado uma única regra, que o quadro com a foto de seu filho deveria ser o primeiro item a ser leiloado. Assim fez o leiloeiro, começa o grande leilão, e o quadro com a foto de seu filho foi ofertado – Quanto dão por este quadro? Quem? Alguém?

Ninguém ofertou nada, provavelmente ninguém gostou da foto daquele garoto doente, mas, quando o leiloeiro já ia passar para outra oferta, uma mulher gritou, eu compro – Quanto a senhora oferece por este quadro? Perguntou o leiloeiro. Ela abriu sua bolsa, pegou todas as moedas, era todo o dinheiro que tinha, num total de R$ 5,40, assim ela arrematou o quadro.

Perguntou-lhe o leiloeiro – Porque a senhora quer esse quadro? – Respondeu ela – Fui sua baba e cuidei dele até sua morte, nunca vi pessoa mais dócil e feliz. Assim quando o leiloeiro foi preparar a documentação e entregar o quadro a ela, no quadro havia um bilhete para o leiloeiro, “quem arrematar esse quadro, leva também toda a minha fortuna e todos os meus objetos do leilão”. Foi um total alvoroço, pois, todos ali presentes tinham muito interesse naquela imensa fortuna ali ofertadas.

Assim foi, aquela simples senhora, por um simples quadro, pelo carinho, herdou toda a fortuna.

…..Para pensar…….

(Baseado numa história homônima de autor desconhecido)

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Publicado por em 11/11/2012 em Mensagens

 

A formiga e a cigarra – Um novo canto♫

Era uma vez…….

   Em uma grande colônia de formigas, todos os dias, a rotina era só uma, trabalho e mais trabalho, e todas as formigas trabalhavam contentes ao som do canto da cigarra.

    Seguiam seus passos, como exércitos em marcha, recolhendo folhas para o inverno, não havia descontentamento entre elas, trabalhavam de sol a sol.

 A cigarra para o deleito, cantava suas melodias preferidas, era o seu prazer, o que mais gostava de fazer.

   Assim seguiam suas vidas.

   Quando chegava o inverno, a cigarra sempre procurava abrigo na casa das formigas, não tinha onde ficar nem onde se alimentar.

   Com o passar do tempo, o formigão chefe começou a ficar incomodado com isso e foi ter com a rainha do formigueiro – disse à rainha:

– Olha, a cigarra só canta, não trabalha e quando chega o inverno vem se acomodar aqui e come da nossa comida.

   A rainha então mandou o formigão ter-se com a cigarra sobre o assunto –  mas ela retrucou: Mas só sei cantar, e continuou cantando e chegou o inverno novamente a cigarra foi procura ajuda junto as formigas.

   O formigão chefe, irritado, não quis dar-lhe acolhida,  mas, a cigarra implorou.

   Então ele disse a ela que seria a ultima vez, e que se quisesse a ajuda das formigas teria que trabalhar com elas.

   A cigarra ficou bem triste com o fato, mas aceitou. Eis que uma nova fase começa em sua vida, era hora de trabalhar, colher junto com a s formigas as folhas pra o próximo inverno. E assim foi, meio sem jeito, a seu modo, a cigarra ia colhendo folhas, triste por não poder cantar, trabalhava dia a dia.

   Quando chegou o inverno, era hora de se recolher e esperar o frio passar.

   Naquele inverno, ao fazer o balanço de tudo que tinha, percebeu que a colheita não tinha sido muito boa, a rainha até estranhou, até porque contava com a ajuda da cigarra. Bem, assim seguia a vida.

    Terminou o inverno e tudo começa novamente, porem um agravante aconteceu, as formigas começaram a reclamar do trabalho, que estavam cansadas, do calor, o chefe formigão estranhou, isso nunca havia acontecido.

   Chegou novamente o inverno, naquele ano foi difícil, a colheita foi a pior de todos os tempos, e pela primeira vez, faltou alimento.

   A rainha do formigueiro foi ter com o formigão chefe e ele disse não saber o motivo, apenas que as formigas estavam revoltadas.

   Então a rainha chamou dois dos seus mensageiros e enviou-os para uma longíqua montanha, onde vivia o ancião “mestre formigão”, que sabia de tudo, não havia nada que acontecesse que não ficasse sabendo, era o conselheiro de todo o reino das formigas.

   Quando chegaram onde morava o ancião, expuseram a ele todo o problema, e ele por sua vez, abaixou a cabeça, pensou, disse:

   Digam à sua rainha que: quando a cigarra cantava, seu canto alegrava o dia das formigas, por isso elas não sentiam-se cansadas, nem reparavam no esforço que faziam, e elas produziam e sentiam-se motivadas. Quando a cigarra parou de cantar, o encanto, a alegria se foi, e sobrou apenas o cansaço, a desarmonia.

   Ao retornarem a seu reino, os mensageiros foram comunicar a rainha o que o mestre ancião havia dito.

   Quando chegou a nova jornada de trabalho, a rainha decretou que a cigarra estava livre do que lhe foi imposto, que ela podia novamente voltar a cantar, e que quando o inverno chegasse, ela teria onde se acolher, a casa das formigas.

   E assim aconteceu, naquele ano a colheita foi a mais produtivas de todas, assim para as formigas, um novo tempo, para a cigarra, um novo canto. Formigas e cigarra viveram felizes para sempre.

José Benedito

 (texto adaptado do original de Lá Fontaine)

 
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Publicado por em 28/02/2012 em contos

 

O valor de uma amizade

Numa aldeia vietnamita, um orfanato dirigido por um grupo de missionários foi atingido por um bombardeio. Os missionários e duas crianças tiveram morte imediata e as restantes ficaram gravemente feridas. Entre elas, uma menina de oito anos, considerada em pior estado. Era necessário chamar ajuda por um rádio e, ao fim de algum tempo, um médico e uma enfermeira da Marinha dos EUA chegaram ao local. Teriam que agir rapidamente, senão a menina morreria, devido aos traumatismos e à perda de sangue. Era urgente fazer uma transfusão, mas como? Reuniram as crianças e, entre gesticulações, arranhadas no idioma, tentavam explicar o que estava acontecendo e que precisariam de um voluntário para doar o sangue. Depois de um silêncio sepulcral, viu-se um braço magrinho levantar-se timidamente. Era um menino chamado Heng. Ele foi preparado às pressas, ao lado da menina agonizante, e espetaram-lhe uma agulha na veia. Ele se mantinha quietinho e com o olhar fixo no teto.

Passado algum momento, ele deixou escapar um soluço e tapou o rosto com a mão que estava livre. O médico lhe perguntou se estava doendo, e ele negou. Mas não demorou muito a soluçar de novo, contendo as lágrimas. O médico ficou preocupado e voltou a lhe perguntar, e novamente ele negou. Os soluços ocasionais deram lugar a um choro silencioso, mas ininterrupto. Era evidente que alguma coisa estava errada. Foi então que apareceu uma enfermeira vietnamita vinda de outra aldeia. O médico pediu então que ela procurasse saber o que estava acontecendo com Heng. Com a voz meiga e doce, a enfermeira foi conversando com ele e explicando algumas coisas. E o rostinho do menino foi se aliviando. Minutos depois ele estava novamente tranqüilo. A enfermeira então explicou aos americanos:

 – Ele pensou que ia morrer, não tinha entendido o que vocês disseram e estava achando que ia dar todo o seu sangue para a menina não morrer.

O médico aproximou-se dele e, com a ajuda da enfermeira, perguntou:

– Mas, se era assim, porque então que você se ofereceu a doar seu sangue?
E o menino respondeu, simplesmente:
– ELA É MINHA AMIGA…

(autor desconhecido)

 
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Publicado por em 20/01/2012 em Mensagens

 

Atitudes

Paul era um bom homem  de família, mas, um tanto áspero,  não era muito amável nem com seus filhos, e as vezes, até com os seus amigos que o amavam muito, porque apesar de ser bem rústico era uma pessoa prestativa, um bom homem.

Sempre quando ele encontrava uma pessoa estranha, ou, esbarrava numa pessoa que não era seu conhecido, dizia: desculpe, ou, perdão..etc… com seus amigos e família já era diferente, se alguém lhe esbarrava…dizia: está cego? não olha por onde anda? ou coisas assim…

Um dia, seu filho estava brincando com um dos seus melhores amigos, o Toni, e que também era amigo de seu filho, na calçada da rua de sua casa, era um lugar movimentado, as vezes, até um pouco perigoso, pelo menos foi isso que ele imaginou, Paul não gostou, e já foi logo xingando – saiam daí já seus…****….não vêem que é muito perigoso ficar aí?

Seu amigo retrucou: desculpa Paul, não estávamos brincando, só encontrei seu filho aqui, e estava trocando uns papos com ele. Paul, já meio nervoso, era bem esquentado, não quis nem saber e disse: mentiroso…tomara que morra por falar mentiras…

Toni bem triste, saiu de cabeça abaixo pra sua casa e o filho do Paul foi atrás dele pedir desculpas por seu pai, ao atravessarem a rua, ambos não prestaram atenção no carro que vinha correndo, foram atropelados e vieram a falecer.

Paul, hoje vive triste, tentando se recuperar, tanto da perda de seu filho, como também a de seu amigo, como se recuperar a si próprio, das atitudes que tomou. Uma lição certamente ele aprendeu…cuidado com o mal que desejamos, mesmo aqueles que julgamos inocentes e cuide bem das pessoas que nos ama…amar é um presente de Deus para nós, e de nós para Deus.

(JBS)

 
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Publicado por em 28/11/2011 em Mensagens

 

Milagre e gratidão

No mês de agosto de 2001, Moshê (nome fictício), um bem sucedido empresário judeu, viajou para Israel a negócios.
Na quinta feira, dia nove, entre uma reunião e outra, o empresário aproveitou para ir fazer um lanche rápido em uma pizzaria na esquina das ruas Yafo e Mêlech George no centro de Jerusalém.
O estabelecimento estava superlotado. Logo ao entrar na pizzaria, Moshê percebeu que teria que esperar muito tempo numa enorme fila, se realmente desejasse comer alguma coisa – mas ele não dispunha de tanto tempo.
Indeciso e impaciente, pôs-se a ziguezaguear por perto do balcão de pedidos, esperando que alguma solução caísse do céu. Percebendo a angústia do estrangeiro, um israelense perguntou-lhe se ele aceitaria entrar na fila na sua frente.
Mais do que agradecido, Moshê aceitou. Fez seu pedido, comeu rapidamente e saiu em direção à sua próxima reunião. Menos de dois minutos após ter saído, ele ouviu um estrondo impressionante.Assustado, perguntou a um rapaz que vinha pelo mesmo caminho que ele acabara de percorrer o que acontecera. O jovem disse que um homem-bomba acabara de detonar uma bomba na pizzaria Sbarro`s…

Moshê ficou branco. Por apenas dois minutos ele escapara do atentado. Imediatamente lembrou do homem israelense que lhe oferecera o lugar na fila. Certamente ele ainda estava na pizzaria. Aquele sujeito salvara a sua vida e agora poderia estar morto.

Atemorizado, correu para o local do atentado para verificar se aquele homem necessitava de ajuda. Mas encontrou uma situação caótica no local.
A Jihad Islâmica enchera a bomba do suicida com milhares de pregos para aumentar seu poder destrutivo. Além do terrorista, de vinte e três anos, outras dezoito pessoas morreram, sendo seis crianças. Cerca de outras noventa pessoas ficaram feridas, algumas em condições críticas.
As cadeiras do restaurante estavam espalhadas pela calçada. Pessoas gritavam e acotovelavam-se na rua, algumas em pânico, outras tentando ajudar de alguma forma.
Entre feridos e mortos estendidos pelo chão, vítimas ensangüentadas eram socorridas por policiais e voluntários. Uma mulher com um bebê coberto de sangue implorava por ajuda. Um dispositivo adicional já estava sendo desmontado pelo exército.
Moshê procurou seu ‘salvador’ entre as sirenes sem fim, mas não conseguiu encontrá-lo. Ele decidiu que tentaria de todas as formas, saber o que acontecera com o israelense que lhe salvara a vida. Afinal, Moshê estava vivo por causa dele.
Precisava saber o que acontecera, se ele precisava de alguma ajuda e, acima de tudo, agradecer-lhe por sua vida. O senso de gratidão fez com que esquecesse da importante reunião que o aguardava.
Ele começou a percorrer os hospitais da região, para onde tinham sido levados os feridos no atentado.
Finalmente encontrou o israelense, num leito de um dos hospitais. Ele estava ferido, mas não corria risco de morte.
Moshê então, conversou com o filho daquele homem, que já estava acompanhando seu pai, e contou tudo o que acontecera. Disse que faria tudo que fosse preciso por ele. Que estava extremamente grato, àquele homem e que lhe devia sua vida. Depois de alguns momentos, Moshê se despediu do rapaz e deixou seu cartão com ele. Caso seu pai necessitasse de qualquer tipo de ajuda, o jovem não deveria hesitar em comunicá-lo.
Quase um mês depois, Moshê recebeu um telefonema em seu escritório em Nova Iorque daquele rapaz, contando que seu pai precisava de uma operação de emergência. Segundo especialistas, o melhor hospital para fazer aquela delicada cirurgia fica em Boston, Massachussets.
Moshê não hesitou. Arrumou tudo para que a cirurgia fosse realizada dentro de poucos dias.
Além disso, fez questão de ir pessoalmente receber e acompanhar seu amigo em Boston , que fica a uma hora de avião de Nova Iorque.
Talvez outra pessoa não tivesse feito tantos esforços apenas pelo senso de gratidão. Outra pessoa poderia ter dito ‘Afinal, ele não teve intenção de salvar a minha vida: apenas me ofereceu um lugar na fila ‘.
Mas não Moshê. Ele se sentia profundamente grato, mesmo um mês após o atentado. E ele sabia como retribuir um favor.
Naquela manhã de terça-feira, Moshê foi pessoalmente acompanhar seu amigo – e deixou de ir trabalhar. Sendo assim, pouco antes das nove horas da manhã, naquele dia onze de setembro de 2001. Moshê não estava no seu escritório no 101º andar do World Trade Center.

(Esse foi um fato real e é constantemente relatado em suas palestras, pelo Rabino Issocher Frand)

 
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Publicado por em 22/11/2011 em Mensagens

 

O mágico e a moça

Meu amigo Whit é mágico profissional e foi contratado por um restaurante para fazer mágicas durante o jantar, distraindo os clientes. Uma noite ele se aproximou de uma família e, depois de se apresentar, puxou um baralho e começou seu número. Virando-se para uma moça sentada à mesa, pediu que ela escolhesse uma carta. O pai da moça lhe disse que a filha, Wendy, era cega.

Whit disse:

-Tudo bem. Se ela concordar, eu gostaria de fazer um número com ela.

Virando-se para a moça, meu amigo perguntou:

-Wendy, você gostaria de me ajudar numa mágica?

Um tanto tímida, ela encolheu os ombros e respondeu:

-Tudo bem.

Whit se sentou em frente à moça e disse:

-Vou segurar uma carta, Wendy, que será vermelha ou preta. O que quero é que você use seus poderes psíquicos e me diga de que cor é a carta, vermelha ou preta. Você entendeu?

Wendy concordou com a cabeça. Whit segurou o rei de paus e perguntou;

-Wendy, esta carta é preta ou vermelha?

Depois de um momento, a moça cega respondeu:

-Preta.

Sua família sorriu. Whit levantou o sete de copas e disse:

-Esta carta é vermelha ou preta?

-Vermelha – Wendy respondeu.

Então Whit levantou uma terceira carta, o três de ouros, e perguntou:

-Vermelha ou preta?

-Vermelha! – Wendy disse sem hesitar.

Seus pais riram nervosamente. O mágico levantou mais três cartas e a moça acertou todas. Incrivelmente, ela acertou as seis vezes! Sua família não podia acreditar em sua sorte. Na sétima carta, Whit levantou o cinco de copas e falou:

-Wendy, quero que você me diga qual é a carta e de que naipe ela é … se é de copas, ouros, paus ou espadas.

Depois de um momento, Wendy respondeu, confiante:

-É o cinco de copas.

Os parentes deixaram escapar um grito. Eles estavam aturdidos! O pai de Wendy perguntou a Whit se ele estava fazendo algum tipo de truque ou mágica mesmo. Whit respondeu:

-O senhor terá de perguntar a Wendy.

O Pai, então, perguntou à filha:

-Wendy, como você fez isso?

Ela sorriu e disse:

-É mágica!

Whit cumprimentou a família, deu um abraço em Wendy, deixou seu cartão de visitas e se despediu. Estava claro que ele havia criado um momento mágico que aquela família jamais esqueceria.

A questão, naturalmente, é como Wendy sabia a cor das cartas? Já que Whit nunca a havia encontrado até aquele momento no restaurante, ele não poderia ter lhe dito antes que cartas eram vermelhas e quais eram pretas. E, já que Wendy era cega, era impossível para ela ver as cores ou o valor das cartas quando ele as levantou. Como foi, então?

Whit pôde criar seu milagre usando um código secreto e rapidez de pensamento. No início de sua carreira, ele havia criado um código para que uma pessoa pudesse passar informações para outra com os pés, sem usar palavras. Ele nunca tivera a chance de usar o código até aquele momento no restaurante. Quando Whit se sentou em frente a Wendy e disse “Vou segurar uma carta, Wendy, e ela será vermelha ou preta”, ele bateu de leve no pé dela (sob a mesa) uma vez quando disse a palavra “vermelha” e duas vezes quando disse “preta”.

Para ter certeza de que ela o havia entendido, ele repetiu os sinais secretos, dizendo: “O que eu quero é que você use seus poderes psíquicos e me diga de que cor é a carta, vermelha (um toque) ou preta (dois toques). Você entendeu?”

Quando Wendy concordou com a cabeça, ele sabia que ela havia compreendido o código e estava disposta a colaborar com o truque. Sua família supôs que, quando ele perguntou se ela “havia entendido”, estava se referindo às suas instruções verbais.

Como ele passou para ela a informação sobre o cinco de copas? Simples. Ele tocou no pé dela cinco vezes para ela saber que ele tinha um cinco. Quando ele perguntou se a carta era de copas, espadas, paus ou ouro, ele comunicou o naipe tocando no pé dela ao dizer “copas”.

A mágica real desta história é o efeito que teve em Wendy. Não só lhe deu a chance de brilhar por uns momentos e se sentir especial diante da família, mas tornou-a uma estrela em casa, pois sua família contou a todos os amigos sobre a espantosa experiência “psíquica”.

Alguns meses depois, Whit recebeu um pacote de Wendy. Nele, um baralho em braile, com um bilhete. No bilhete, ela lhe agradecia por tê-la feito sentir-se tão especial e por ter lhe permitido “ver”, mesmo que por apenas alguns momentos.

Ela disse que ainda não contara à família como acertara as cartas, apesar de eles continuarem a lhe perguntar. Ela terminava dizendo que lhe enviava o baralho em braile para ele poder fazer mais mágicas com pessoas cegas.

(do blog mensagens diáriashttp://www.mensagensdiarias.com.br/archives/1732)

 
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Publicado por em 01/07/2011 em Mensagens

 

Maria…uma história….

Era uma vez uma senhora chamada Maria.
Maria tinha um bom trabalho, pessoa simples, sempre lutou pelo que acreditava, passou por muitas dificuldades, mas, sempre encontrava um meio de vencê-las, contava com a ajuda de amigos e principalmente de Deus.
Nunca foi de promover nem de expor seus problemas, seu coração as vezes sofria muito, mas, mesmo assim, na medida das suas possibilidades, seguia sua vida, e sempre que podia ajudava os outros.
Desse modo ela seguia sua vida.
No trabalho sempre julgou ter amigos, amava a todos, embora nem todos a entendesse, mas, mantida um respeito afetuoso até com aqueles menos amigáveis. Dedicava sua vida ao trabalho, não era perfeita nem a melhor das funcionárias, mas, sempre procurou fazer o melhor de si no que fazia.
Num belo dia, 14 de abril de 2011, num fim de tarde, já cansada, já quase na hora de ir embora do trabalho, suas chefes perguntam a ela com um sorriso no rosto: – Já terminou seu serviço? Precisamos falar com você.
Ela responde – podem falar –
Retrucam – Ah não, pode terminar o serviço primeiro…
– Ah…tudo bem, já termino diz ela.
E assim foi, meio correndo, ajeitou as coisas foi ter com eles.
Quando sentou para ouví-los os sorrisos desapareceram, disseram:
– Sabe, estamos reestruturando algumas coisas por aqui, como já deve ter visto e decidimos…blá..blá…blá…
Na carta de aviso prévio…seus serviços estão dispensados…na justificativa verbal….você está cansada, percebemos isso….
Nesse momento seu coração calou, um sentimento de angústia profunda tomou de conta de si, ao perceber que olharam para os possíveis problemas da empresa, mas, ninguém se preocupou nem perguntou sequer se ela passava por algum problema, virou um objeto de descarte, não pensaram sequer que com mais de 51 anos de idade a busca de um novo emprego seria difícil.
Arrumou suas coisas, de cabeça baixa saiu por aquele portão pela ultima vez, não teve nem a oportunidade de dar um abraço, ou, dizer: gente fui… para alguns amigos que ali deixara, um último adeus.
Ao passar por aquele portão que por tantas vezes passou, no mês seguinte faria 9 anos, olhou para tráz, todo seu passado veio a tona, tantas dificuldades que ali lutaram e venceram, dos erros, mas, também de tantos acertos, uma lágrima caiu dos seus olhos…..
Saiu como uma indigente, não levara nada dali, nem ao menos um obrigado, a não ser um par de botas velha que por muito tempo ali usou…….

 
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Publicado por em 14/04/2011 em Mensagens